quarta-feira, 26 de agosto de 2009

5ª edição da revista Cereja

Editorial


Durante toda a existência humana o Pai sempre foi um dos alicerces da família, a figura masculina firme e sólida que auxiliava a feminina, a materna. Hoje, a estrutura familiar está diferente, não há mais padrões que determinam o certo ou o errado. Há mães desempenhando papéis até então tipicamente masculinos e há pais em papéis femininos. Mas quem definiu o que é dever do homem ou da mulher?
Na verdade, são regras carregadas por gerações e que na prática não facilitam nossas vidas. Muitos homens já entenderam isso, eles não se importam com o senso comum e ultrapassam as fronteiras culturais para abrir-se ao mundo de forma muito mais confortável e assumem papéis domésticos, cuidados com os filhos e a vaidade.
Hoje o verdadeiro pai também é mãe, sem deixar de ser homem, porque isso nada tem haver com a sexualidade, mas sim com princípios, auto-estima e desejos. Um exemplo é o cantor e apresentador Ronnie Von, que foi pai e mãe, assumindo responsabilidades que muitos acreditam ser exclusivas das mães. Um homem que conciliou trabalho, carreira e uma casa com filhos. Homem este, que também se cuida, que não abre mão da vaidade, que exerce múltiplos papéis e se diz feliz e realizado.
Os aspectos culturais interferem diretamente em nosso dia-a-dia, em nosso comportamento e escolhas. A cultura na qual estamos inseridos interfere não só na vida de pais e mães, mas também na rotina daqueles que têm suas vidas baseadas na arte. A cultura faz parte do desenvolvimento do ser humano e de suas aspirações. Incentivar projetos culturais locais e regionais é uma forma de valorizar a nossa origem e disseminar a nossa forma de expressão. É também um caminho de buscar novos horizontes, pois quebrar determinados mitos não significa desprezar a nossa cultura e os nossos costumes.
Enfim, a Cereja de agosto está recheada de matérias quentes e gostosas. A banda 14 Bis falou com exclusividade à nossa repórter e mostrou que na sua trajetória de 30 anos muitas coisas aconteceram, mas que a verdadeira essência nunca foi perdida.

Revista Cereja no programa Frequência X com Tamara Raissa

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

terça-feira, 28 de julho de 2009

4ª edição da revista Cereja


Editorial

O sucesso da revista Cereja não se deve apenas ao seu layout moderno, que evolui a cada edição, mas sim a dedicação e ética que todo projeto bem sucedido deve ter. O conteúdo é escolhido com a responsabilidade que nossa profissão exige. Pode parecer presunção afirmar sucesso neste projeto que existe há quatro meses, mas não é. Não há nenhum motivo para não falarmos bem de nosso orgulho, assim com uma mãe conta as qualidades de seu filho, sem falsa modéstia.
A nossa aceitação no mercado não é medida pelo número de anunciantes que cresce mês a mês, mas pelos leitores que se tornam fiéis a cada novo exemplar. É muito bom sermos abordados nas ruas e receber elogios, ver que conseguimos atender a expectativa de diferentes pessoas, com diferentes interesses e gostos.
Nosso trabalho (que muitas vezes chega à madrugada) é recompensado quando conseguimos entrevistas exclusivas como da Banda Jota Quest, que fala de sua história e vida pessoal.
As inúmeras vezes que somos criticados e que nos deixamos levar pelo pessimismo, são esquecidas em um piscar de olhos quando temos a chance de possuir uma profissional como Salette Lemos assinando uma de nossas colunas.
O processo de produção da Cereja, desde sua reunião de pauta até a última revisão, é feito com paixão, porque falar de nossa história e de pessoas cultas, inteligentes e bem sucedidas (estamos realmente orgulhosas hoje), para nós profissionais de comunicação, é visto como mais que um trabalho.
Aproveitando a confusão que o Supremo Tribunal Federal fez com a profissão do jornalista, asseguramos a você leitor, que a nossa revista continuará sendo feita por profissionais formados, que frequentaram os quatro anos de uma faculdade e aprenderam os princípios básicos e indispensáveis para veicular com responsabilidade a notícia que chegara até você, sempre ouvindo os dois lados.
Nós, bacharéis em jornalismo, acreditamos que o leitor tem o direito de obter a notícia feita por quem se preparou para dá-la. Para nós é o mínimo.



www.cerejaonline.com.br



Para a próxima edição

Newsletter - Junho 2009

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